Estar do outro lado do mundo, ouvindo música romantica, às 7h, pensando na mulher do mesmo continente/universo que eu. Existe forma melhor de se fazer um ato político?“Apesar de você, amanhã há de ser outro dia”; e, claro, os dias não bastam para preencher vazios e respostas inconclusas que embarcam e desembarcam em Brasis de pensamentos, carros, passos e speakers (in English, please!).
Mas, um dia, todos retornarão “feito bailarina, que logo se alucina, salta e te ilumina, quando a noite vem…” Não. Deixa pra lá: A noite veio, sem ilusões. Muda de posição, e encosta sua cabeça em meu peito. Vamos conversar sobre o que ainda não sabemos. Incompletude. Inconclusão. Descobrir porque absurdos, afinal, a professora de inglês não sabe da perfeita tradução da palavra “ditadura”, nem quem são esses tais de Jorge Amado, Neruda ou Garcia Marquez…
“Ahora verán que estamos en salsa!” Deixemos portanto que cada Mirada, sonrisa, beso y silencio se converta em atos políticos. Melhor: Tanto faz… Prefiro o Segundo Caderno: Baila comigo, que así está bueno…

Saulo, grande romântico e revolucionário. estar aí na Austrália te deixou mais brasileiro do qe nunca. espero que quando vc voltar pro Brasil vc não perca essa força de Guevara nem a Brasilidade do tchê Gaúcho. Na sua poesia romântica se percebe um pouco disso, até o romãntismo está alterado na terra das grandes savanas. Continue assim irmão. Um abraço !!
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